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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

FLORES, CORES E AMORES




FLORES, CORES E AMORES


Flores, cores e amores
Pássaros no céu
O sol volta a brilhar
Borboletas coloridas
Pelos campos a voar
Belas flores perfumadas
Chegando para brindar
A volta da primavera
Que depois de longa espera
Nos traz a felicidade
                          O amor,
                         A ternura,
                         A pureza,
             E viva a natureza!

Fátima Almeida

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

SECA 
Seca não é
     somente
        a falta d’agua...
  É ausência total
             de respeito
                  direitos
                       deveres.
       De amor a um próximo
             Que já não tem fé,
E sem esperança
             Vive cada dia
E se mantém de pé
               Num ato de pura ousadia
                             
  METAMORFOSE – Da Larva...à Borboleta                                 
 Fátima Almeida
            
 BOB

                       Um gatinho sapeca
Levado da breca
Que um dia me adotou
Apareceu em minha vida
Quando aberta estava a ferida
Que a partida do cãozinho Lucky
Em meu coração deixou.

Persistente e carinhoso
Esse gatinho dengoso
Logo a todos conquistou,
De colo em colo pulando
Ele vai se acomodando
E ganhando o nosso amor.

Peralta igual, não existe.
Perto dele, ninguém fica triste,
Mais curioso que ele? Tem não,
E se encontra uma caixa aberta
Entrar nela é coisa certa
Nada escapa à sua atenção.

 Atrás da sua bolinha adora correr,
 Tudo que se move, lhe intriga
                        Rato, barata, besouro, formiga
 Brincar é sempre a intenção
 E se o brinquedo morrer
 Olha a cara de decepção.

Ficaria o tempo inteiro
Falando do meu gatinho
Suas façanhas, seu dengo
O seu amoroso jeitinho
Mas voltarei qualquer dia
Com muito prazer e alegria!


Fátima Almeida



domingo, 13 de novembro de 2011


 

S. O . S   NATUREZA

Eu ouvi
O suspiro da terra
Clamando por Justiça
Era um clamor
                       pela vida.
Eu ouvi
O lamento dos rios
Pedindo socorro
Para suas águas
                      poluídas.
Eu ouvi
O murmúrio do vento
Soprando o ar
Para acalmar
                      a terra ferida.

Eu ouvi, sim eu ouvi
O grito de dor dos animais
Ameaçados de extinção
Dos índios escorraçados
Exilados do seu chão.

E eu ouvi também
Infelizmente, e eu vi
O terror de homens ferozes
Quais tanques de guerra, velozes
Anunciando destruição
E a marcha desesperada
Dos herdeiros do planeta
A luta inenarrável
Dos heróis desta nação!

Fátima Almeida